Nosso próximo sorteio será o livro “A Mente Cristã num Mundo sem Deus”, do Dr. James Emery White, professor de Teologia e Cultura no Gordon-Conwell Theological Seminary.
“A maioria dos cristãos preferiria morrer a pensar. Na verdade, é o que fazem.”
Bertrand Russell, filósofo ateu
“A mente voltada para Deus enfrenta um desafio cultural: o deus deste mundo – que, não sem forças intelectuais, dispõe-se contra o Reino do Senhor. Leia mais »
Christopher Hitchens, expoente do novo ateísmo, discutiu a existência de Deus com o filósofo cristão William Lane Craig em 2009. Neste vídeo, eles discutem o sentido da vida. O Dr. Craig argumenta que se Deus não existe, a vida é um absurdo. Para saber mais sobre o argumento, leia o texto “O absurdo da vida sem Deus”.
Christopher Hitchens é um jornalista britânico e analista político de prestígio, considerado um autêntico representante do movimento chamado "neoateísmo", autor de diversos livros, além de artigos para revistas como a Época.
William L. Craig é doutor em Teologia pela Universidade de Munique e em Filosofia pela Universidade de Birmingham. Hábil debatedor, ele já enfrentou grandes pensadores céticos como Antony Flew, Bart Ehrman e John D. Crossan nos campi de Universidades como Harvard, Oxford e Princeton debatendo tópicos como a existência de Deus e a historicidade da ressurreição de Cristo. É autor de livros como A Veracidade da Fé Cristã e Filosofia e Cosmovisão Cristã, ambos publicados no Brasil pela Editora Vida Nova.
O Dr. Craig apresentou o argumento cosmológico para a existência de Deus, o qual conclui que Deus é a causa para este universo existir. O Dr. Wolpert tentou refutar o argumento afirmando que a causa para o universo existir pode ser um computador. Assistam ao vídeo para ver o que aconteceu.
No debate que teve com Shabir Ally sobre "O Conceito de Deus no Islã e no Cristianismo", você disse que o amor é parte da natureza perfeita de Deus. Você passou a explicar como o conceito trinitário de Deus é mais plausível do que o conceito unitário de Deus no Islã, tendo isso em conta. Visto que o amor envolve a doação de si ao outro, um conceito unitário de Deus é inadequado. A Trindade, no entanto, faz com que o amor tenha sentido como uma propriedade essencial da natureza perfeita de Deus. Isto leva-me a pergunta que eu quero fazer: por que não entender o amor da mesma forma que entendemos as outras perfeições de Deus? Por exemplo, eu entendo que a justiça perfeita de Deus não é expressa até algum momento após sua criação rebelar-se contra ele. Agora, a menos que a justiça de Deus se expresse de alguma forma dentro de três pessoas divinas, porque alegar que Deus é perfeitamente justo antes da criação de qualquer outro ser que pode se rebelar? Se podemos afirmar que Deus é justo, sem ter que expressar esse atributo até a criação, então por que não afirmar que um Deus amoroso pode ser unitário, sem uma criação (expressando esse atributo para sua criação mais tarde)? Leia mais »
Suponha que um ateu apresente diversas objeções contra a existência de Deus. Imagine que o cristão não saiba como responder essas objeções. No entanto, mesmo assim, ele continua a ter fé em Deus. Será que esse acontecimento tornaria o cristão irracional?
Esse é um problema abordado por diversos filósofos. Alvin Plantinga, que pode ser considerado um dos maiores filósofos do século XX, apresentou uma resposta magistral à tal questão em seu livro Warranted Christian Belief [Fé Cristã Justificada].
No texto “O testemunho do Espiríto Santo”, o Dr. William Lane Craig apresenta uma versão resumida da resposta de Plantinga a esse problema. Para ler o texto, clique aqui. O livro Warranted Christian Belief, de Alvin Plantinga, está disponível para download gratuito (em inglês) no site da Christian Classics Ethereal Library. Basta clicar onde está escrito “Download this book as PDF”.
“Ou Deus quer abolir o mal, e não pode; ou ele pode, mas não quer; ou ele não pode e não quer. Se ele quer, mas não pode, ele é impotente. Se ele pode, e não quer, ele é cruel. Mas se Deus tanto pode quanto quer abolir o mal, como pode haver maldade no mundo?” Epicuro
A questão acima lançada pelo filósofo Epicuro é uma das versões do chamado Problema do Mal. Se Deus existe, então como o mal pode existir? Nesta palestra, dividida em 9 vídeos, o Dr. William Lane Craig responde a esse interessante problema. Leia mais »
Este livro explora três aspectos controversos da pesquisa do Novo Testamento a partir de uma perspectiva cristã conservadora. Foi concebido para ser um volume companheiro para o de Longman Tremper, Making Sense of the Old Testament: Three Crucial Questions [Fazendo sentido do Velho Testamento], que faz parte de uma série maior de Baker que aborda o tema "três questões fundamentais" em fervorosamente contestadas questões bíblicas e teológicas (13). Longman divide seu estudo em três grandes questões sobre hermenêutica, teologia, e de aplicação, enquanto Blomberg divide seu estudo em três grandes perguntas sobre Jesus, Paulo, e aplicação. No primeiro capítulo Blomberg avalia a confiabilidade histórica do Novo Testamento. No segundo ele compara os ensinamentos de Jesus e Paulo e pergunta se Paulo foi o segundo ou o verdadeiro fundador do cristianismo. No terceiro capítulo ele delineia vários princípios para a aplicação judiciosa dos textos para um contexto contemporâneo. Estes três locus de heurística, ele adverte, abrangem a maior parte da literatura do Novo Testamento e concentra o estudo sobre os debates mais importantes na pesquisa neotestamentária e teologia da Igreja. Esta revisão irá analisar o tratamento de Blomberg destas três questões cruciais e avaliar a contribuição do livro para o campo. Leia mais »
Em Março de 2006, o Dr. William Lane Craig e o Dr. Bart Ehrman discutiram uma questão de grande interesse para cristãos e para muitos não-cristãos: existem evidências históricas para a ressurreição de Jesus? O Dr. Craig defendeu a resposta afirmativa, enquanto o Dr. Ehrman defendeu a resposta negativa.
O video do debate foi legendado pela equipe DeD e pode ser assistido no YouTube ou no Vimeo.
Se você deseja ler uma transcrição do debate em formato Word, clique aqui. Para o download em formato pdf, clique aqui.
“Ou Deus quer abolir o mal, e não pode; ou ele pode, mas não quer; ou ele não pode e não quer. Se ele quer, mas não pode, ele é impotente. Se ele pode, e não quer, ele é cruel. Mas se Deus tanto pode quanto quer abolir o mal, como pode haver maldade no mundo?” Epicuro
Neste vídeo, o dr. William Lane Craig responde ao interessante problema lançado, há séculos, pelo filósofo Epicuro. Para saber mais sobre o assunto, clique aqui.