O que Jesus disse? O que Jesus NÃO disse?

Interpretando mal o Cristianismo: os copistas realmente alteraram o conteúdo da Bíblia? E por quê?

Um exame crítico do livro de Bart Ehrman: O que Jesus disse? O que Jesus não disse?: quem mudou a Bíblia e por quê.

Por H. L. Nigro

Traduzido e adaptado por Leandro Teixeira.

Em O que Jesus disse? O que Jesus não disse?, Bart Ehrman parece, superficialmente, apresentar uma tese convincente para a falta de fidelidade do Novo Testamento baseado nas mudanças dos manuscritos antigos durante o processo de cópia dos copistas, particularmente no segundo e terceiro séculos. Infelizmente, ele não é sempre o estudioso objetivo que ele mesmo afirma ser. Este trabalho, enquanto provê um documentário interessante sobre a disciplina do criticismo textual, somente conta metade da história. Leia mais »

Mudanças nas regras para comentários

A partir do mês de Maio, passou-se a exigir que cada usuário se limite a escrever um comentário de até mil caracteres por vez. Esta mudança foi necessária porque alguns usuários estavam escrevendo textos gigantescos nas áreas de comentários. Veja, por exemplo, os comentários sobre o artigo O absurdo da vida sem Deus. Leia mais »

Os Apóstolos Tiveram Alucinações?

Explicando a Ressurreição de Jesus: o recente reavivamento da Teoria da Alucinação

Por Gary Habermas

Traduzido e adaptado por Leandro Teixeira

Abstract

Após mais de um século de virtual dormência, um número de hipóteses naturalistas alternativas em relação à ressurreição de Jesus têm aparecido em recentes publicações. Similar à situação ao fim do século XIX, alucinação e abordagens relacionadas são novamente as mais populares entre os críticos. Vamos examinar várias destas recentes formulações. Então, nós ofereceremos numerosas críticas, do assunto como um todo, bem como um par de assuntos abrangidos. Nós argumentaremos que estas alternativas argumentativas falham em explicar a historicidade das aparições da ressurreição de Jesus por uma multidão de razões, até mesmo quando julgadas por padrões criticamente aceitos. Leia mais »

Ensaios Apologéticos

LIVRO RECOMENDADO >> Ensaios Apologéticos

Ensaios Apologéticos: um estudo para uma cosmovisão cristã
Editado por: William Lane Craig, Francis Beckwith e J.P. Moreland

Formato: 16 x 23 x 3
Nº de Páginas: 480
Editora: Hagnos

“Apologética é simplesmente defender a fé e, portanto, destruir ‘argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus’ (2 Co 10.5). É abrir a porta, livrar-se dos obstáculos, desobstruir o caminho, de modo que as pessoas possam achegar-se a Cristo.”

Eis como o dr. Norman L. Geisler descreveu o propósito principal da apologética. E após 35 anos de fidedigno ministério, não há ninguém que possa falar com mais autoridade sobre esse assunto do que ele. O apóstolo Paulo escreveu: “A vossa palavra seja sempre temperada com sal, para saberdes como deveis com graça, responder a cda um” (Cl. 4.6). Assim, Norm afirma que apologética é apenas uma tentativa de obter respostas para as perguntas das pessoas a fim de pôr terra os obstáculos que as mantêm longe de Cristo.

O livro Ensaios Apologéticos: um estudo para uma cosmovisão cristã é uma poderosa ferramenta para aqueles que desejam estar bem preparados a fim de responder “a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pe 3.15). Os ensaios ali incluídos foram elaborados por algumas das mais privilegiadas mentes cristãs de nosso tempo. Muitos desses autores foram treinados e influenciados pelo dr. Norman L. Geisler.

A Divindade de Cristo

Neste artigo, traduzido por um colaborador que preferiu não se identificar, Peter Kreeft apresenta um argumento clássico em favor da divindade de Cristo. Algumas vezes, ele é chamado de trilema de Lewis, visto que foi popularizado por C.S. Lewis em seu livro Cristianismo Puro e Simples (Editora Martins Fontes). Leia mais »

O Zeitgeist do ‘Filme Zeitgeist’

Dr. Ben Witherington

Traduzido e adaptado por Wagner Kaba

Zeitgeist, the Movie é um filme lançado online em 2007, produzido pelo norte-americano Peter Joseph. O filme apresenta uma série de teorias da conspiração relacionadas ao Cristianismo, ataques de 11 de Setembro e a Reserva Federal dos EUA.

O filme Zeitgeist (que significa “espírito da época” em alemão) é dividido em três partes. A primeira delas ataca a historicidade da Bíblia. Afirma que Jesus é um antropomorfismo que englobou várias entidades solares de outras culturas antigas. Peter Joseph tenta demonstrar que a história de Cristo é basicamente um plágio da história do deus egípcio Hórus. O cristianismo, de acordo com Zeitgeist, seria uma invenção usada para enganar e manipular as massas.

O texto abaixo é uma tradução da crítica escrita pelo Dr. Ben Witherington, onde ele analisa esta primeira parte do filme e demonstra que suas teorias são facilmente refutadas com a ajuda de uma boa enciclopédia. Para quem deseja se aprofundar no assunto, este blog também tem artigos apresentando argumentos e evidências em favor da ressurreição de Jesus na seção “Cristo ressuscitou?” e, também, mais argumentos em favor de Jesus na seção “Cristo existiu?”.

Dr. Ben Witherington é Ph.D. pela universidade de Durham, Inglaterra, e professor do Asbury Theological Seminary, onde ministra aulas na área de Novo Testamento. É autor de vários livros, incluindo História e Histórias do Novo Testamento (Edições Vida Nova) e O Fim do Conflito (Editora Landscape). Leia mais »

Os evangelhos perdidos

LIVRO RECOMENDADO >> Os Evangelhos Perdidos

Os Evangelhos Perdidos
Autor:
Darrel L Bock
Categoria: História
Formato: 14 x 21 cm
Nº de Páginas: 280
Editora:
Thomas Nelson

O sucesso de O Código Da Vinci, de Dan Brown, chamou a atenção para a possibilidade de que a Igreja poderia estar envolvida em uma conspiração para esconder que Jesus havia se casado com Maria Madalena. Esta teoria é mais uma das teses baseadas nos evangelhos gnósticos, encontrados no Egito, em 1945. Seis décadas depois da descoberta destes manuscritos, a agitação em torno da idéia destes novos evangelhos continua viva e atual.

Alguns acadêmicos afirmam que a seleção de livros do Novo Testamento foi bastante arbitrária e que o surgimento do Cristianismo ortodoxo ou “tradicional” foi baseado não apenas em seu mérito, mas na política do lado vencedor. Agora que temos evangelhos adicionais, os quais revelam como nunca antes as crenças dos próprios gnósticos, estamos em melhor posição para julgar e para escolher o que valorizar e no que crer em relação ao Cristianismo primitivo.

Será que a história cristã deveria ser reescrita por causa destes evangelhos que não entraram na Bíblia? Ainda mais importante, será que a descoberta desses textos deveria mudar a visão que você tem de Jesus Cristo? São estas perguntas que Darrell L. Bock responde no livro Os Evangelhos Perdidos (Editora Thomas Nelson). Leia mais »

A Existência de Deus e o Início do Universo

William Lane Craig

Traduzido e adaptado por Wagner Kaba

Neste artigo, o filósofo cristão Dr. William Lane Craig apresenta uma versão do argumento cosmológico em favor da existência de Deus. Com base em dois argumentos filosóficos e duas confirmações científicas ele demonstra que é plausível que o universo teve um começo. Como tudo o que começa a existir tem uma causa, deve haver uma causa transcendente para o universo.

Dr. William Lane Craig possui doutorados pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, e pela Universidade de Munique, na Alemanha.

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A PROBABILIDADE DA RESSURREIÇÃO DE JESUS

Richard Swinburne*

O artigo discute a forma de um argumento em favor da ressurreição de Jesus do modo como o Cristianismo acredita que esta ocorreu, o qual, se bem-sucedido, seria um forte indício histórico da existência de Deus. O artigo sustenta que Deus teve boas razões para se encarnar por certos propósitos e que, se assim ele o fez, ele viveria um certo tipo de vida como um ser humano, que seria culminada por um supermilagre como sua ressurreição. Se encontrarmos um e apenas um ser humano em toda a história sobre o qual haja uma quantidade modesta de indícios do tipo que se esperaria se ele viveu aquele tipo de vida e uma modesta quantidade de indícios do tipo a ser esperado se aquela vida fosse culminada por um supermilagre como a ressurreição, isso é um indício bem forte de que aquele ser humano era Deus encarnado. Assim, aqueles indícios aumentariam significativamente a probabilidade de que Deus existe. Leia mais »

O ARGUMENTO DA CONTINGÊNCIA PARA A EXISTÊNCIA DE DEUS

Traduzido e adaptado por Wagner Kaba

Neste texto, o filósofo cristão Dr. William Lane Craig apresenta o argumento da contingência para demonstrar a existência de Deus.

Dr. Craig possui doutorados pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, e pela Universidade de Munique, na Alemanha. Leia mais »

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Se eu acredito na doutrina da inerrância?depende…

C. Michael Patton

Traduzido e adaptado por Wagner Kaba

Eu acredito na inerrância [da Bíblia]. Mas talvez não como você a defina. Não, eu não estou tentando redefinir nada, mas o fato é que quando se vem a este assunto há todo um espectro de crenças daqueles que confessam a doutrina. Eu tenho certeza, de que há pessoas que veriam minha visão da inerrância como uma concessão liberal. Leia mais »

O perigo da inerrância da Bíblia

C. Michael Patton

Traduzido e adaptado por Wagner Kaba

Greg Jones era um cristão evangélico, ativo em sua igreja, um pregador regular, professor e membro do Conselho Administrativo. Ele diz que era “viciado” no fundamentalismo. Ele dormia, comia e bebia as verdades do Cristianismo. Após uma década de serviço fiel à igreja, ele é agora um ateu professo que rejeita a “ingenuidade” de tudo aquilo a que se agarrava tão apaixonadamente. Por quê? Bem, de acordo com sua história, ele conta que foi despertado de seu sono fundamentalista através de muitos encontros com “a verdade”. O maior desses encontros foi quando ele finalmente percebeu que a Bíblia estava “cheia de erros”. Ele descreve sua reviravolta relatando as discrepâncias que encontrou nas Escrituras e sua incapacidade de conseguir conciliá-las. “Por algum tempo”, ele conta, “eu era o melhor em responder ao cético com relação a qualquer objeção que ele pudesse levantar contra as Escrituras. Eu sabia como conciliar qualquer suposta contradição. Isto se tornou uma arte da qual eu era orgulhoso. Não importa quão difícil fosse o problema, eu poderia encontrar uma saída. Depois de um tempo, eu não sei o porquê, mas comecei a refletir sobre a distância que eu tinha de percorrer para fazer com que tudo se encaixasse. Percebi que a ‘arte’ de responder contradições havia se tornado uma cortina de fumaça que eu levantava não apenas aos que eu respondia, mas também à mim mesmo. Eu tinha que ser honesto comigo mesmo. João diz ‘Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado’, e então dá meia-volta e diz ’se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai’. Qual é a verdade? Há literalmente centenas de problemas como este nas Escrituras. Minhas respostas podem ter satisfeito quem eu ensinei, mas elas não me satisfazem mais. Eventualmente eu percebi (tristemente, eu poderia dizer) que eu deveria abandonar a inerrância das Escrituras. Uma vez que fiz isto, eu tive que abandonar Cristo” (adaptado de uma história verdadeira). Leia mais »

Poderia um Deus amoroso mandar pessoas para o inferno?

Tradução de Tatiana Teles Luques dos Santos

O filósofo cristão Dr. William Lane Craig e o filósofo ateu Dr. Ray Bradley debateram sobre a questão “poderia um Deus amoroso mandar pessoas para o inferno?” na Universidade Simon Fraser, Canadá, em 1994.

Este texto é a transcrição do discurso inicial do Dr. Craig.

Argumentos Introdutórios do Dr. Craig

Obrigado. “Se Deus realmente é amor, então como pode mandar alguém para o inferno?” A questão é quase um vexame para os cristãos hoje. Por um lado, a Bíblia ensina que Deus é amor, e ainda, por outro lado, adverte sobre aqueles que rejeitam a Deus perante a punição eterna, e contém avisos freqüentes sobre o perigo de ir para o inferno. Mas não são ambas de alguma forma inconsistentes uma com a outra? Bem, muitas pessoas parecem pensar que são inconsistentes, mas na verdade isto não é de todo óbvio. Afinal, não existe uma contradição explícita entre elas. A frase “Deus é amor” e “Algumas pessoas vão para o inferno” não são explicitamente contraditórias. Então se essas são ambas inconsistentes, devem existir algumas pressuposições implícitas que serviriam para extrair a contradição e torná-la explícita. Leia mais »

Dawkins, Uma Confusão

Dawkins, uma confusão.
Naturalismo ad absurdum
Por Alvin Plantinga
Traduzido por Vitor Pereira

Richard Dawkins não está satisfeito com Deus:

“O Deus do Antigo Testamento é sem dúvida o personagem mais desagradável de toda ficção. Ciumento e orgulhoso; mesquinho, injusto, maníaco controlador implacável, vingativo, sedento de sangue, misógeno, homofóbico, racista, infanticida, genocida, filicida, pestilento, megalomaníaco…”

Bem, não é necessário terminar a citação; deu pra entender a idéia. Dawkins parece ter escolhido Deus como seu arqui-inimigo. (Vamos esperar, para o bem de Dawkins, que Deus não retribua na mesma moeda.)

Deus, Um Delírio é um extenso discurso contra a religião em geral e a crença em Deus em particular; Dawkins e Daniel Dennet (Quebrando o Encanto é sua contribuição para esse gênero) são a dupla de ataque do ateísmo acadêmico1. Dawkins escreveu seu livro, ele diz, para encorajar ateus tímidos a saírem do armário. Ele e Dennet parecem acreditar que é necessária uma boa dose de coragem para atacar a religião nos dias de hoje; Dennet diz, “Eu ponho minha cara a tapa, mas ainda assim eu persisto.” Aparentemente o ateísmo tem seus próprios heróis da fé – seus auto-intitulados heróis. Nesse ponto não é fácil levá-los a sério; atacar a religião no ocidente é tão perigoso quanto apoiar o candidato do partido num encontro republicano.

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Deus, moralidade e o mal – parte V

Traduzido e adaptado por Leandro Teixeira

O filósofo cristão William Lane Craig e o filósofo ateu Kai Nielsen debateram sobre a existência de Deus e o problema do mal na Universidade de Western Ontário em 1991.

Este texto é a tréplica do filósofo cristão Dr. Craig.

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Deus, moralidade e o mal – parte IV

Traduzido e adaptado por Leandro Teixeira

O filósofo cristão William Lane Craig e o filósofo ateu Kai Nielsen debateram sobre a existência de Deus e o problema do mal na Universidade de Western Ontário em 1991.

Este texto é a réplica do filósofo ateu Dr. Nielsen. Leia mais »

Deus, moralidade e o mal - parte III

Traduzido e adaptado por Leandro Teixeira

O filósofo cristão William Lane Craig e o filósofo ateu Kai Nielsen debateram sobre a existência de Deus e o problema do mal na Universidade de Western Ontário em 1991.

Este texto é a réplica do filósofo cristão Dr. Craig.

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Deus, moralidade e o mal - parte II

Traduzido e adaptado por Leandro Teixeira

O filósofo cristão William Lane Craig e o filósofo ateu Kai Nielsen debateram sobre a existência de Deus e o problema do mal na Universidade de Western Ontário em 1991.

Este texto é o discurso de abertura do filósofo ateu Kai Nielsen.

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Deus, moralidade e o mal - parte I

Traduzido por Leandro Teixeira

Se um Deus bom existe, então por que o mal existe? Ou como expressou Epicuro: “Ou Deus quer abolir o mal, e não pode; ou ele pode, mas não quer; ou ele não pode e não quer. Se ele quer, mas não pode, ele é impotente. Se ele pode, e não quer, ele é cruel. Mas se Deus tanto pode quanto quer abolir o mal, como pode haver maldade no mundo?”. Este é o chamado “problema do mal”.

O filósofo cristão William Lane Craig e o filósofo ateu Kai Nielsen debateram sobre a existência de Deus e o problema do mal na Universidade de Western Ontário em 1991.

Este texto é o discurso de William Lane Craig abrindo o debate.

Discurso de abertura - Dr. William Lane Craig

Eu me sinto privilegiado por estar debatendo com o Dr. Nielsen. Você provavelmente nunca ouvirá um argumento mais convincente apresentado pelo lado ateu e eu espero que eu possa fazer da mesma maneira apresentando bem o lado teísta no debate de hoje à noite.

O Problema do mal

O problema do mal é certamente o maior obstáculo a convicção na existência de Deus. Quando eu pondero a extensão e a profundidade do mal no mundo - se devido à desumanidade do homem ou catástrofes naturais -, então eu tenho que confessar que eu acho difícil acreditar em Deus. Sem dúvida, muitos de vocês sentem-se do mesmo modo. Talvez nós todos devêssemos nos tornar ateus. Mas este é um passo bem grande para se dar. Como nós podemos estar seguros de que Deus não existe? Talvez haja uma razão para Deus permitir todo o mal no mundo. Talvez isto de alguma maneira preencha o esquema de coisas que nós só podemos perceber vagamente. Como nós saberemos?

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